sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Bruxaria é Feminina?

Tentamos esclarecer algumas questões que vemos em redes sociais e vamos tentar trazer alguns pontos de vista que venham a agregar na visão de buscadores da espiritualidade no rumo do Mundo Pagão.

Pegamos o seguinte tema e vamos destrinchar essas questões:

"Vejamos... quem foi o maior alvo de perseguição na Idade Média, o homem ou a mulher? Seria por coincidência apenas, que a figura do feminino foi associada à bruxaria? Ou será, que já tinham identificado à tendência na mulher em realizar tais práticas? Isso não torna à "bruxaria feminina", só comprova que ela é de "natureza feminina".
Assim, como as práticas de feitiçaria ou xamânicas. Isso não exclui os homens, mas indica que estes seguem um modelo psicológico feminino, que considero até mais saudável, pela natureza do feminino ser "ambivalente" (abrigar ambos os sexos)."


"quem foi o maior alvo de perseguição na Idade Média, o homem ou a mulher?"

 1 - Resposta - História.

R.: Foram pessoas de ambos os sexos e em grande parte judeus, ciganos e pessoas que não seguiam a religiosidade cristã.


"Seria por coincidência apenas, que a figura do feminino foi associada à Bruxaria?"

2 - Resposta - Sociedade
 
R.: Os exemplos do feminisno sempre foram buscar mulheres fortes e que fizeram algo agregador como adquirir direitos, entretanto também podemos encontrar recentemente uma visão lúdica mencionando mulheres fortes com bruxas, mas isto não tem nenhum embasamento filosófico, histórico ou teológico. Trata-se apenas de que as religiões que possuem o fundamento religioso pagão dão maior liberdade de crença e comportam melhor as pessoas do sexo feminino comparado às religiões monoteístas, algumas que até os dias de hoje tratam a mulher como mercadoria.
A Bruxaria em sua origem em nada menciona o feminismo ou remonta a um resgate do feminino.
A Bruxaria, em seu cerne, trata das questões do homem para com a Natureza.


Ou será, que já tinham identificado à tendência na mulher em realizar tais práticas? Isso não torna à "bruxaria feminina", só comprova que ela é de "natureza feminina".

3 - Resposta - Religiosidade
 
R.: As práticas religiosas são focadas em conexão, seja com o divino, seja com a natureza ou partem de um princípio energético. Dizer que mulheres são mais religiosas ou mais dedicadas a feitiços é apenas um achismo, vide que não existe nenhuma pesquisa que demonstre isso. Entretanto por observância é fato que existem mais mulheres envolvidas com práticas pagãs quando comparado a outros segmentos.
É fato que dentro do mundo das religiões, existe uma tendência muito maior de homens em postos de sacerdócio quando observamos as religiões cristãs, hinduístas, judaicas, budistas, entre outras.
Com relação a natureza feminina, isso não encontra base teológica em sua origem, sendo esta uma visão da idade moderna influenciada pelo romantismo que cita a natureza como Mãe Natureza.

  
"Assim, como as práticas de feitiçaria ou xamânicas. Isso não exclui os homens,"

4 - Resposta - História
 
R.: Práticas de feitiçaria trata-se apenas de manipulação energética, e encontramos mais literaturas de autores homens do que mulheres, seguem alguns exemplos de magistas reconhecidos: Eliphas Levi, Franz Bardon, Aleister Crowley, Robert Cochrane, etc...
Com relação ao xamanismo como crença indígena, muito fortemente realizada por pajés no Brasil ou entre chefes Norte Americanos, pouco há de referências à mulher, quando existe, esta é mencionada como mito em grande parte.


"mas indica que estes seguem um modelo psicológico feminino, que considero até mais saudável, pela natureza do feminino ser "ambivalente" (abrigar ambos os sexos).”.

5 - Resposta - Imaginário Popular
R.: Um modelo psicológico feminino (?) e a consideração por mais saudável (?) e o feminino abrigar melhor ambos os sexos.
 Esta visão tem despontado nos dias de hoje por militantes do feminismo e é meramente uma chamada como das muitas que existem na mídia, mas cabe ressaltar que religiões buscam a conexão e não o empoderamento deste ou aquele gênero, sendo assim, se tratam apenas de uma distorção sem base pagã ou da própria Bruxaria.
 


  Curta a nossa página no FACEBOOK!




quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

CONSELHO DE BRUXARIA - Parapente

Com o intuito de repassar interação e benefícios que vão além de atos ritualísticos, o Conselho de Bruxaria Tradicional em parceria divulga o evento lúdico - Esporte Radical - Parapente.

Interessados, entre em contato diretamente com o "piloto" e boa jornada.

 
  Curta a nossa página no FACEBOOK!



terça-feira, 9 de janeiro de 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO E REPÚDIO


NOTA DE ESCLARECIMENTO E REPÚDIO

Tendo em vista as diversas notícias publicadas na imprensa

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2018/01/06/rs-esquartejamento-de-duas-criancas-teria-sido-ritual-encomendado-a-bruxo-diz-policia.htm

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/morte-de-criancas-em-suposto-ritual-satanico-no-rs-custou-r-25-mil-diz-policia.ghtml

http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2017/10/noticias/regiao/2180729-policia-suspeita-que-irmaos-tenham-sido-mortos-em-ritual-de-magia-negra.html

na primeira semana de janeiro de 2018, o Conselho de Bruxaria Tradicional no Brasil, vem por meio desta publicar oficialmente aos cidadãos, autoridades e imprensa nossa nota de repúdio em relação ao caso das crianças argentinas esquartejadas em Nova Hamburgo, onde o suspeito de tal ação nefasta foi identificado ou se auto intitulou, equivocadamente, como bruxo.

Cabe esclarecer que a Bruxaria possui crenças completamente distintas das visões distorcidas colocadas de forma infundada como sinônimos para Satanismo, Magia Negra, Quimbanda, Vodu entre outras e vale a definição abaixo:

A Bruxaria é uma religiosidade europeia, historicamente pautada na Era Antiga, cujo fundamento religioso é o Paganismo, originária de cultos ancestrais agrários e de práticas de magia natural. 

Dessa forma a Natureza nos é sagrada e divinizada, sendo fortemente ligada à sazonalidade da terra e onde existe uma pluralidade de divindades cultuadas, portanto politeísta. 

Preservamos os conhecimentos ancestrais, bem como o folclore e a cultura dos povos nativos europeus; tampouco, acredita-se ou cultua-se o mítico ou alegorias cristãs como anjos, demônios, inferno e paraíso, sendo estas completamente alheias a teologia pagã.

Ressaltamos que a Bruxaria em sua religiosidade não existem práticas criminosas e que grande parte de sua fama vem de encontro ao período Medieval, onde a Igreja Católica a classificou como qualquer religião, crença ou prática que se distanciasse de sua teologia, bem como as tratou meramente como práticas malignas e pecaminosas ao qual se perduram em nossa sociedade até os dias de hoje.

Devido a total distorção e desinformação de nossas crenças, ainda encontramos matérias, filmes e pessoas que se auto intitulam bruxos, mas que teologicamente não correspondem a este legado.

Dessa forma, não reconhecemos o suspeito do crime em questão como bruxo, nem tais atos, os quais tomamos ciência pelos meios de comunicação, como pertencentes à nossa religiosidade.

A comunidade pagã reafirma sua surpresa sobre atos relatados e os repudia.
No mais, nos colocamos à disposição para colaborar com eventuais esclarecimentos.

Atenciosamente,
Conselho de Bruxaria Tradicional
http://www.bruxariatradicional.com.br

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Bruxas de Brasília estão em guerra após relatos de orgias e extorsão

Bruxas de Brasília estão em guerra após relatos de orgias e extorsão
Praticantes de Wicca na capital acusam líder de forçá-los a fazer sexo. Mulher se defende e fala em disputa “de mercado”

LEILANE MENEZES
03/12/2017

Fonte e texto na integra:



mundo nasceu do gozo feminino. Frequentadores do Templo da Deusa, uma vila de bruxas seguidoras da religião Wicca, em São Sebastião (DF), acreditam nessa versão. “O big bang é um orgasmo da Deusa”, explica a fundadora da comunidade e servidora da Câmara dos Deputados Márcia Maria Bianchi Prates – também conhecida como Mavesper Cy Ceridwen, seu nome místico.
Não é apenas o universo, porém, que gravita ao redor da energia sexual. Os conflitos que motivaram uma guerra de bruxas em Brasília também circundam esse tema. São dignos de um roteiro de ficção: envolvem sexo, supostas orgias, magias, feitiços, rituais de prazer e opiniões muito diferentes sobre o trabalho desenvolvido no Templo da Deusa, onde se pratica a religião Wicca nos arredores da capital do país há 13 anos.
Márcia Bianchi é fundadora do Templo da Deusa, uma vila Wicca, em São Sebastião

Desavenças
Mas nem só de contato com a natureza, feitiços, vassouras, caldeirões e tarô vivem as bruxas brasilienses. Elas também lidam com problemas dentro da religião. Quem pratica Wicca enxerga o corpo como parte da Deusa, algo sagrado e que, portanto, deve ser reverenciado em rituais.
Os momentos de prazer sexual são comuns, mas não podem ser uma obrigação. “No Templo da Deusa, participar dos Rituais de Afrodite, que incluíam transar com as pessoas, era obrigatório para quem quisesse fazer parte do coven [um grupo fechado]”, alega Luana*, uma ex-participante, que ainda é bruxa e praticante de Wicca, mas, agora, sozinha.
Ela e outras quatro pessoas acusam a líder do Templo da Deusa, Márcia Bianchi, de coagir e manipular os integrantes da religião a participarem de rituais abusivos. Luana conheceu o marido na propriedade Wicca em São Sebastião, onde celebraram a união. A ex-participante diz ter sofrido pressão para morar no local e fazer parte de uma família poliamorosa com a criadora do coven.
Em 2009, deixou a comunidade e tornou-se inimiga do grupo. “Sofri assédio, inclusive enquanto estava grávida. A pressão em cima de quem não queria se envolver sexualmente com ninguém era absurda”, relata.
Demorei para entender que a posição de liderança da Márcia e as constantes investidas dela em mim configuravam um quadro onde eu não fui totalmente autônoma. É muito doloroso lembrar de tudo e vergonhoso também"Luana
João*, um homem gay, morou no templo por oito anos. Conheceu o local aos 17, na mesma época em que lidava com a dificuldade de entender e assumir sua própria sexualidade. “Encontrei na Márcia uma mãe acolhedora e, na Wicca, um espaço de aceitação. O problema veio com a instituição dos rituais sexuais. Quem não participava era massacrado. Transei com várias mulheres, mesmo sendo gay”, relata.
Ele também alega ter tido um prejuízo de R$ 10 mil. “Minha mãe morreu e me deixou o dinheiro como herança. Emprestei para a Márcia, pois o templo passava por dificuldades quando ela comprou a chácara. Achei que teria o valor de volta um dia, mas isso jamais ocorreu”, conta.
João diz que trabalhou como motorista do templo, em troca de comida e moradia, quando o pai dele o expulsou de casa, após a morte da mãe. “Estava muito frágil e vulnerável. O Templo da Deusa é onde pessoas nessa situação são exploradas”, dispara.
João relata que, semanalmente, os integrantes da religião eram obrigados a enviar para a líder relatórios sobre a própria vida com detalhes minuciosos sobre carreira, família, relacionamentos e práticas relacionadas ao culto.
“A gente era instruído a dedurar os outros colegas que não estavam contando tudo. Ao entrar na religião, se faz um pacto de Perfeito Amor e Perfeita Confiança, além de jurar sigilo. Era muito invasivo, mas quem está dentro não consegue perceber a manipulação”, afirma.
Outra ex-participante da comunidade, Lótus, admite que todos sabem e concordam com a existência dos rituais sexuais antes de entrar no grupo, mas ela também fala em manipulação psicológica. “A explicação é que se tratam de conexões profundas com deuses e com os processos de autoconhecimento”, diz.
Lótus relata como sua vida mudou após ser iniciada na Wicca. “Tudo virou de ponta-cabeça. Márcia e o marido começaram a investir em mim sexualmente. Eu, casada com alguém fora da religião, comecei a viver dilemas”, detalha.
Se eu me recusasse, ouvia sermões de horas e broncas da Márcia. Aquilo estava me consumindo"
Lótus
Lótus diz ter presenciado cenas de abuso de poder, intimidação, discursos racistas e pessoas gays sendo forçadas a se relacionarem com heterossexuais. “A maioria cedia em função das práticas que julgavam sagradas. As consequências psicológicas eram nefastas e quem não se submetia era tido como fraco diante da Deusa”, alega.
O perfil das pessoas que fazem parte da TDB é de gente muito maltratada e enfraquecida por questões econômicas, sociais ou com ausências familiares importantes, como a mãe (meu caso, que acabara de perder tanto mãe quanto pai)"
Lótus
Perseguição
Lótus alega ter sido perseguida quando resolveu deixar a tradição. “Márcia até hoje me deve R$ 4.500. Dinheiro que ela me pediu emprestado e não pretende pagar. E me ameaçou com feitiços caso eu abrisse a boca para contar o que aconteceu lá”, diz a ex-seguidora.
Carol, que também deixou o grupo após brigas, conheceu Márcia no Parque da Cidade, durante um ritual público. “Quando entrei para a tradição, em 2000, tudo era normal. Em 2008, mais ou menos, começou essa história dos rituais de Afrodite. Aquilo não é uma comunidade, é uma prisão”, resume.
Como mulher e negra, Carol não se sentia à vontade com a suposta obrigatoriedade dos ritos sexuais. “Tudo sempre acabava com você tendo que conversar com um Deus tal, que sempre vai querer te beijar, acariciar e você tem que deixar. A mulher negra já é sexualizada, luta por liberdade, não fazia sentido estar em um lugar onde eu não podia dizer não”, explica.
O último encontro do qual Carol participou foi um Festival de Lúcifer – que na Wicca não é visto como demônio, como para os cristãos. “Diziam que eu precisava quebrar a barreira de não pegar ninguém, que precisava evoluir. Queriam colocar uma venda nos meus olhos e quem quisesse poderia ficar comigo. Só não movi processo porque sou uma mulher preta, pobre e da periferia. Não tenho condições”, resume.
Carol também afirma ter sofrido racismo dentro do grupo. “Negros eram tratados diferente. As filhas da empregada não podiam comer com todo mundo, por exemplo”, alega.
O outro ladoNão há, entretanto, ocorrências policiais nem processos judiciais que respaldem os relatos dos ex-participantes da comunidade. “Ninguém tem coragem de ir à polícia. A bruxaria já é muito estigmatizada, sofremos preconceito, e dizer o que acontece de errado em um dos templos pode piorar essa imagem”, relata uma ex-frequentadora do Templo da Deusa que não quis se identificar.
Márcia nega todas as acusações e se diz ultrajada por elas. “Ritos sexuais são como uma oração, são normais na Wicca, mas poucos grupos tornam isso público pelo medo do preconceito. Por ignorância, acham que se trata de orgia. Quem quer festa deve procurar uma casa de swing, não a nossa religião”, defende.
Rituais de Afrodite são uma parte muito pequena do que fazemos, ocorrem uma ou duas vezes por ano e só para iniciados que se sentem confortáveis em participar. Não são momentos abertos ao público"
Márcia Bianchi
Márcia é uma das bruxas mais conhecidas do país, criadora da Associação Brasileira de Arte e Filosofia da Religião Wicca (Abrawicca) e um forte nome na defesa da diversidade religiosa. “Nunca obrigamos ninguém a nada. Isso iria contra toda a nossa filosofia, é o avesso do que pregamos”, garante.
Devido ao tamanho da reportagem, colocamos apenas um resumo. 
Reportagem na integra em:
O Conselho de Bruxaria Tradicional tem como base os estudos e práticas da Bruxaria, observando as questões religiosas e culturais e no apoio de instituições e pessoas comprometidas com a fraternidade, bons projetos e com foco no conhecimento.
O nosso objetivo é trazer a sociedade informações, bons valores e uma espiritualidade voltada a Natureza, retirando sobre nós as intolerâncias, desrespeitos e preconceitos.
Acessem o nosso site www.bruxariatradicional.com.br e conheça de forma transparente e intelectualizada a Bruxaria Tradicional.
* O Conselho de Bruxaria Tradicional não compactua com nenhuma forma de violência ou desrespeito as leis brasileiras.


terça-feira, 24 de outubro de 2017

CONVITE RITUAL BRUXO DE BELTANE




Data: 11/11/2017
Onde: Av. Elias Yasbek, 1666 - Embu das Artes/ SP



Atividades:

16h00: Workshop
- Poções, Encantos Amorosos e o  Rito de Casamento na Bruxaria
18h00: Ritual
- Traga 1 frasco para poção e uma essência que goste.
Vestimentas Cerimoniais e Guirlandas são bem vindas

Taxa de Participação: 30 reais (depósito bancário) / 50 reais no local
Para a confraternização: frutas, pães, um prato de doce ou salgado e um suco.

Mais informações: 11 98110-9927 (Whatsapp)

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

CURSO APROFUNDADO DE PLANTAS DE PODER

 O Conselho de Bruxaria Tradicional tem o privilégio de lançar em primeira mão o curso aprofundado de Plantas de Poder (enteógenos) pelo WHATSAPP.



DATA DO CURSO:
Data: 23 a 27/10/2017
Envio a partir das 19h00

RESUMO:
O estudo é observado pelo ponto de vista mágico (crenças, rituais e feituras); e será ministrado em cinco dias cinco dias ao qual será desvendado as questões religiosas, os procedimentos, cuidados e como é realizada a consagração.

INSCRIÇÃO:
Até dia 09/10 = R$ 200,00
Do dia 10 até 20/10 = R$ 300,00

MAIS INFORMAÇÕES: 11 98110-9927

FORMA DE PAGAMENTO
Depósito em Conta Corrente

OBSERVAÇÕES:
Curso com o intuito de estudos, não recomendamos e não fazemos apologia ao consumo.
Curso somente para maiores de idade!
O curso é pelo Whatsapp, vc recebe o audio e escuta a qualquer hora em qualquer lugar.



segunda-feira, 18 de setembro de 2017

PALESTRA GRATUITA: Bruxaria Tradicional e Enteogenia (Plantas de Poder)

Bruxaria Tradicional e Enteogenia (Plantas de Ampliação de Consciência Espiritual)
Palestra Gratuita via Whatsapp

Com Ricardo DRaco - 11 98110-9927
Favor adicionar e fornecer nome completo para cadastro!





Curta a nossa página no FACEBOOK!